Publicado por: Equipe 2011 | 31/05/2011

Tecnologia verde, um bom investimento

Tendência deve continuar

Há alguns anos, o investimento em empresas de tecnologia verde no Vale do Silício era fato comum, como no caso de sites verticais de relacionamento social. O dinheiro dos sites se foi, mas ele continua a ser despejado em novas empresas de tecnologia limpa, já que eventos recentes no mundo fizeram com que governos e iniciativa privada olhassem com mais seriedade fontes de energia alternativa, como solar e eólica, e o uso de coisas como carros elétricos.
“Não é alternativo. Pensamos nisso como a corrente dominante”, diz Alan Salzman, CEO da VantagePoint Capital Partners, investidora na Tesla Motors, fabricante de carros elétricos que entrou na Bolsa de Valores no ano passado, e na BrightSource Energy, que deve fazer a mesma coisa este ano.

É difícil colocar um preço nos mercados potenciais de tecnologias limpas. Diversos investidores entrevistados pelo Florida Today disseram que seria algo na casa das centenas de bilhões de dólares, senão mais. Capitalistas colocaram U$ 4.9 bilhões em novas empresas no ano passado, um aumento de 40% sobre 2009, diz a empresa de pesquisa de mercado Cleantech Group. Os números sugerem um “forte interesse de longo prazo”, afirma Sheeraz Haji, analista do Cleantech Group, que notou que um aumento no tamanho médio dos investimentos aponta para uma tendência continuada de negócios maiores.

A tecnologia limpa é tão quente hoje quanto o resto da indústria de tecnologia. Empresas iniciantes estão levantando quantias recordes de dinheiro. Companhias grandes e estabelecidas, como a Intel, estão buscando parcerias com novas empresas. Novos negócios promissores brotam como cogumelos. A coisa deve continuar. Eventos naturais e econômicos levaram empresas de tecnologia limpa à posição potencial de serem ditadoras de tendências em energia solar e eólica e carros elétricos, diz Erik Straser, diretor da Mohr Davidow Ventures, investidor da Nanosolar, Recurrent Energy e outras empresas. “Cada uma destas companhias tem uma história excitante. Juntas, elas têm um enorme poder de transformação”, afirmou ele.

 

 

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/tecnologia-verde-bom-investimento-291203_post.shtml

Postado por: Jonathan Ferreira

Publicado por: Equipe 2011 | 30/05/2011

Novos produtos de limpeza sustentáveis no mercado

Preços dos produtos da linha variam entre R$ 2,30 e R$ 6,00. 

Lava-louça, sabão em pó, sabão em barra e amaciante são produtos da linha Amazon H2O

A linha Amazon H2O, uma nova linha de produtos de limpeza sustentáveis, chega no mercado brasileiro. Entre os produtos estão lava-louça, sabão em pó, sabão em barra e amaciante. Todos são 100% biodegradáveis e à base de babaçu. A sustentabilidade está também nas embalagens, feitas com até 85% a menos de plástico.

“Segundo pesquisas recentes realizadas pela revista Exame e pelo instituto Edelman, mais de 80% dos brasileiros estão propensos a comprar produtos engajados em razões sustentáveis, e 39% afirmam que produtos com apelo ecológico, influenciam a sua decisão de compra. O objetivo principal da marca Amazon é oferecer produtos verdadeiramente sustentáveis, de qualidade e eficientes”, explica José Renato Intini, gerente de marketing da GTex Brasil, empresa responsável pelos produtos.

Outras característica sustentável é a rápida decomposição do produto e da embalagem: 21 dias e dois anos, respectivamente. Embalagens plásticas usadas em produtos de limpeza normalmente levam até 300 anos para se decompor. Além disso, estão disponíveis embalagens em refil para o lava-louça e para o amaciante, aliminando o uso de plástico, rótulo e tampa nas próximas compras.

Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/05/30/novos-produtos-de-limpeza-sustentaveis-no-mercado/

Postado por: Fernanda Helena

Publicado por: Equipe 2011 | 29/05/2011

A cidade como sotfware

Hackeando o espaço urbano

 

E se para salvar uma cidade decaída não tivéssemos de construir uma cara e nova estrutura – seu hardware, digamos -,  mas reprogramar a infraestrutura existente? Mudar o software do lugar? Esta é a analogia usada por Marcus Westbury, fundador da Renew Newcastle, uma iniciativa inovadora que devolveu a vida a uma cidade fantasma da Austrália. Newcastle, que cresceu em torno da indústria do carvão e do aço, sofre de muitos dos problemas que atingiram as cidades do Cinturão da Ferrugem, nos EUA. Seus maiores empregadores fecharam as portas em meados do século passado, seus sistemas de transporte foram desmantelados e o comércio migrou para os subúrbios. O coração da cidade ficou vazio e abandonado.

Mas a Renew Newcastle mudou o quadro, facilitando a ocupação de espaços vazios por empreendedores e artistas para fazem uso criativo deles. O resultado? O site de viagens Lonely Planet recentemente nomeou a cidade como um dos dez melhores lugares para se visitar em 2011. Reproduzimos aqui um trecho de um artigo de Westbury no Grist, publicado originalmente na revista holandesa de arquitetura e design Volume:

“Precisamos começar reescrevendo, ou hackeando, o software para mudar não o que uma cidade é, mas como se comporta. Renew Newcastle, uma empresa sem fins lucrativos que fundamos em 2008, é um pedaço de software. É uma facilitadora. É uma interface entre o ambiente decadente e envelhecido e aqueles que querem usá-lo e ativá-lo. Ela conecta os muitos espaços da cidade com a paixão das pessoas que querem tentar e experimentar coisas neles. Facilitou mais de 60 projetos em mais de 30 espaços vazios. Sem construir, comprar ou possuir nada além de alguns computadores e mobília de segunda mão. Ela não financia coisas, apenas permite que elas aconteçam.

“A empresa fez o que fez mudando o software da cidade. Não da maneira lenta e tradicional, e mais difícil, de buscar o poder político e mudar as regras, as leis e reescrever o sistema de operação. Fez de um jeito mais fácil, mas menos óbvio – segiu o caminho da resistência mínima. Em vez de reescrever o sistema operacional, o hackeou e o fez funcionar de novos jeitos.

“A Renew Newcastle começou avaliando espaços e os termos pelos quais eles poderiam ficar disponíveis. Havia mais de 150 prédios vazios em Newcastle, poucos dos quais baratos ou simples de acessar. Estavam envolvidos em regras complexas – de incentivos fiscais ruins a leasings de longo prazo. A empresa trocou custos por segurança. Criamos novas regras, novos contratos, e convencemos os proprietários a ceder os espaços basicamente por um sistema de barganha – nós encontraríamos pessoas para limpá-los e fazê-los funcionar, e os donos podeiam retomá-los se e quando precisassem deles. Saímos fora do quadro legal padrão.

“Mas o espaço barato não é por si só suficiente. Não é o bastante mudar apenas quanto ele custa, mas também é vitalmente importante saber como ele se comporta face à iniciativa. A Renew Newcastle criou todo um sistema para baixar as barreiras à iniciativa e experimentação. Criamos outra camada – entre o sistema operacional e os usuários, para torná-lo mais simples de usar e mais fácil para permitir o experimento e o risco. Mais uma vez, seguimos os passos da resistência mínima. Decidimos tornar simples coisas que poderiam se tornar simples, e não bater de frente com o que é impenetravemente difícil. E conseguimos fazer o que é fácil, e não ficarmos esperando ideais.

“Fizemos a cidade funcionar para pessoas para as quais ela não funcionava há muito tempo. Pessoas sem capital e com renda incerta foram uma questão definitiva – fabricantes de queijo doméstico, artista e designers de moda, pequenos selos de música e fotógrafos do Flckr. Na verdade, fizemos um espaço físico funcionar como seus espaços virtuais funcionavam – fáceis de entrar e sair, abertos à experimentação e ao fracasso e, mais importante, cheio de ferramentas, estruturas e plugins destinados a tornar simples e barato fazer o que as pessoas têm paixão de fazer. Com o envelhecimento das cidades, o desafio nem sempre é reconstruí-las fisicamente, mas reimaginar como podem funcionar e se adaptar”.

 

 

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetaurgente/cidade-como-sotfware-290714_post.shtml

Postado por: Bruna Paiva

Publicado por: Equipe 2011 | 28/05/2011

Reflexões laboratoriais: fabricando paisagens

Paisagem Fabricada

 

O que podem ser laboratórios de experimentação tecnológica aqui no Brasil? Como incentivar e justificar o uso da arte como processo de educação, aprendizado, criação e, até, capacitação de novos profissionais? Como inserir a tecnologia no meio deste processo? Será a cultura brasileira adequada para este tipo de exploração pioneira?

Depois de ter escrevido sobre o livro do Felipe Fonseca, fiquei pensando em como conseguir estruturar um ambiente fértil e diverso, e focado na inovação do conhecimento. Eu concordo em grande parte com as argumentações que o autor faz sobre a situação real em que estamos. Mas se todo mundo fizesse, seria o mesmo que não haver a criatividade que tanto promulgamos. Mas se continuarmos como estamos, quem está do outro lado não possuirá campo e espaço para crescer e criar.

Como fazer? Confabulei uma cidade ideal em que todos tivessem a grande defesa de que a criação conjunta tem a mesma importância que o direito à vida na Constituição. Teríamos, de um lado, os conservadores, que estão satisfeistos com as estruturas informacionais presentes na sociedade. De outro, os modificadores (pensar em “liberais” hoje é meio inapropriado e não resolve a questão, além de dar um caráter político ainda não-presente na discussão), que querem alterar a forma como processamos e criamos as informações.

O mundo inteiro poderia ser moldado conforme as novas tecnologias permitissem, como já mostrei que será com o urbanismo e a arquitetura. Ninguém, porém, poderia apagar a criação alheia em sua essência. Se poderia apagar rebarbas e outras conclusões, mas a essência deveria ficar.

Desta forma, não só você criaria novas vertentes e ideias, como manteria a dicotomia entre os dois grupos, sempre incentivando com que eles criem mais. No final, daria para perceber que a inovação não pode, de nenhum jeito, nascer da restrição. Seria sempre do trabalho baseado na construção, em uma base inicial que colocaremos em cima, por mais que estejamos construindo com pessoas opostas aos nossos ideais.

A tecnologia, embora tenha restrição de incentivo em uma cultura como a brasileira, é uma grande promissora de linguagem para construir esse mundo, esse experimento. As paisagens seriam fabricadas por todos, modificando fachadas, praças e interações com o público. Se eu não gostasse, que eu mudasse, afinal, todos somos aptos às alterações ao nosso redor. E todos confiam que eu não estragaria ou tentaria causar algum mal, já que é o ambiente que eu convivo todos os dias. É meu, assim como dele.

E cada vez mais, a paisagens seriam bem melhores fabricadas.

 

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/paisagem-fabricada/reflexoes-laboratoriais-fabricando-paisagens-290662_post.shtml

Postado por: Rafael Souza

Consciência ecológica é a palavra de ordem para fabricantes e consumidores. Soluções pensadas para reduzir o impacto ambiental aparecem quase todos os dias. A próxima que vamos conhecer é o carregador de produtos eletrônicos i1 Eco, da empresa IDAPT, que tem como principal atrativo ser um produto feito de materiais reciclados, com alguns recursos para um menor consumo de energia.

O carregador IDAPT i1 Eco combina a sua construção com materiais já utilizados por outros produtos com os padrões de consumo de energia da Energy Star. Esse conjunto ajuda na redução de consumo de recursos para a fabricação do produto, além da redução de produção de carbono durante o processo de construção nas fábricas e, até mesmo, no momento de recarga dos seus brinquedos eletrônicos.

Outro destaque é que a IDAPT teve o cuidado de reduzir o número de elementos químicos na tinta utilizada para pintar o produto. Isso é feito já pensando na possibilidade de reciclagem do carregador no futuro. Com menos elementos químicos na pintura, o produto pode ser reciclado de forma mais simples e rápida.

No quesito “economia de energia doméstica”, o IDAPT i1 Eco acaba com o “efeito vampiro” na hora de recarregar a bateria dos produtos. Pois ele possui um recurso que desliga o carregador quando o mesmo não estiver em uso, além de um botão para reiniciá-lo rapidamente, caso seja necessário carregar mais algum produto. O carregador é perfeito para alimentar a bateria dos smartphones em qualquer lugar, pela sua mobilidade e praticidade.

i1 Eco da IDAPT custa apenas US$ 24,99, e você leva o carregador com adaptadores para portas micro USB, mini USB e dispositivos Apple (iPod, iPhone, iPad).

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/05/carregador-ecologicamente-correto-para-smartphones-e-gadgets-e-feito-de-materiais-reciclaveis.html

Postado por: Rafael Moreira


Publicado por: Equipe 2011 | 26/05/2011

Cultive seus próprios remédios

James Wong

Um botânico de 29 anos é a nova sensação do Reino Unido. James Wong apresenta o programa de TV da BBC Grown your own drugs (Plante seus próprios remédios) onde ele ensina a fazer medicamentos a partir de plantas que ele cultiva em seu próprio jardim. O sucesso é tamanho que ele lançou um livro com as suas receitas mais famosas.

Segundo o apresentador, produtos que são plantados em casa crescem mais rápido, são mais divertidos e têm umsabor melhor do que aqueles que você compra em uma farmácia (o que vai muito contra a crença popular). Além disso, é mais barato e você ter certeza do que há na composição. Porém, Wong não descarta a importância de ir a um médico, pois há doenças mais sérias que não podem ser tratadas somente com plantas.

As receitas presentes no livro são tratamentos para diversas doenças que vão de artrite à ansiedade passando pela dor de garganta, ondas de calor e piolho. James associa a eficiência das plantas ao fato de que elas estão no mundo combatendo os insetos e as diversidades climáticas há muito mais tempo que os humanos, e isso fez com que elas desenvolvessem características necessárias para vencê-los.

Entre as receitas está uma mistura de cenoura com aloe vera (ou babosa) que alivia queimaduras de sol e pode ser usada em crianças. Já para resfriados, a sopa que contém shitake, frango, baga de goji, e equinácea é o remédio perfeito.

Se você gostou da ideia mas não tem muito espaço, o botânico sugere que plante lavanda. Além de ter um cheiro maravilhoso e ser muito bonita, a flor tem diversos usos. Ela é antibactericida, antiviral, antifúngica, anti-inflamatória e ainda tem um efeito anti-ansiedade. Bom saber, não?!

Fonte: http://style.greenvana.com/2011/cultive-seus-proprios-remedios/

Postado por: Jonathan Ferreira

Publicado por: Equipe 2011 | 25/05/2011

O governo também pode inovar

Área de mata nativa da Vale em MG: a empresa é a maior proprietária de reservas particulares do país.

O produtor rural Ricardo Sardi, de 73 anos, sempre fez questão de manter intactas as nascentes de sua propriedade de 120 hectares em Alfredo Chaves, no Espírito Santo. “Herdei as terras de meu pai, e ele me pediu isso. Nunca pensei em desmatar perto dos rios”, diz Sardi. O compromisso foi finalmente recompensado. No ano passado, ele começou a receber dinheiro do governo capixaba para continuar protegendo 36 hectares tidos como críticos. O agricultor recebe cerca de 8 000 reais por ano, um reforço e tanto para a renda proveniente do cultivo de bananas no restante da propriedade, com a qual criou os seis filhos. “Eu não esperava viver o suficiente para ver isso”, diz. Sardi é um dos 130 beneficiados pelo programa de serviços ambientais do Espírito Santo. Iniciativas semelhantes vêm sendo gradualmente adotadas no país e estão mudando a velha ideia de que a proteção ao meio ambiente é sinônimo de abnegação e sacrifício pessoal. “Havia o poluidor pagador e agora há também o oposto, que é o conservador recebedor”, compara Maurício Ruiz, secretário executivo do Instituto Terra de Preservação Ambiental, ONG com sede no Rio de Janeiro que defende a disseminação por todo o país de programas de remuneração por serviços ambientais.

Os recursos do programa adotado no Espírito Santo vêm do Fundágua, fundo estadual mantido, principalmente, pelos royalties da exploração de petróleo e gás e pela compensação financeira paga pelas hidrelétricas aos estados e municípios que tiveram áreas alagadas. A maior parte dos 1 200 hectares já beneficiados está na bacia do rio Beneventes, região que serviu de laboratório para testar e ajustar o modelo. Agora, ele será expandido por todo o estado. “A ideia é pagar não apenas para proteger áreas intactas mas também para recuperar as degradadas”, diz o diretor de recursos hídricos da Secretaria de Meio Ambiente do Espírito Santo, Fábio Ahnert. O objetivo do programa é elevar o percentual de território coberto por vegetação nativa dos atuais 10% para 16% nos próximos dez anos.

O pagamento por serviços ambientais faz parte de uma nova geração de iniciativas governamentais na área de sustentabilidade. Não será possível enfrentar o desafio das mudanças climáticas sem uma ação decisiva do poder público, e aqui e ali começam a aparecer exemplos inovadores. “Há diversas políticas que estão saindo do velho padrão de fiscalização pura e simples para encontrar uma forma mais madura de consciência ambiental”, afirma o professor Elimar Pinheiro do Nascimento, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB). Histórias como a do Espírito Santo, que coloca em prática uma ideia há muito tempo defendida por alguns ambientalistas – a de que a natureza presta serviços cujo valor pode ser calculado em dinheiro -, ainda são esparsas. Mas dão motivos para esperança: existem bons exemplos, e eles podem – e devem – ser estudados e reproduzidos.

GESTÃO DE RESÍDUOS

As novas políticas incluem temas que permaneceram décadas sem receber atenção. Um exemplo é a gestão dos resíduos de construção e demolição, um tradicional “patinho feio” na área de reciclagem. Na maior parte das cidades brasileiras, o cidadão que faz uma pequena reforma em casa e precisa se livrar de um armário velho ou de azulejos quebrados não tem para onde levar esse material. Muita gente imagina ter encontrado uma solução ao contratar um serviço de caçambas ou um carroceiro, mas em geral o que ocorre nesses casos é apenas pagar para se livrar de um problema sem de fato resolvê-lo, pois a destinação continuará provavelmente sendo inadequada.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/governo-tambem-pode-inovar-628169.shtml

Postado por: Fernanda Helena

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